terça-feira, 10 de março de 2009
Filmes DC não dão certo? Entendi o motivo.
Um dia questionei o porque de filmes baseados em personagens DC não vão para frente, o que consequentemente faz a editora do Superman levar cadeirada nas costas da editora do Homem Aranha.
Um roteirista, que infelizmente não lembro o nome, exclareceu minha mente com simplicidade.
Filmes do Universo DC não seguem adiante por conta dos próprios personagens. (sim, aqui eu paro de falar mal dos produtores, cof, Joel Silver, cof, roteiristas. Todo mundo dentro da Warner)
Personagens DC são deuses gregos, estão muito distantes de nós, trabalhadores extressados, comilões e viciados em cerveja e internet. É impossivel se colocar no lugar do Superman, do Aquaman e derivados. São definitivamente criaturas do Olimpo. Mas porque o Batman dá certo?
Pense em Batman como um personagem da Marvel dentro do Universo DC, simples. Ele é humano, um tanto surtado por conta do assassinato dos pais, mas ainda assim...Humano, de carne e osso.
Os personagens da Marvel são em sua maioria assim, humanos, claro que com adição de pitadas de radioatividade.
Eles vivem em Nova York, alguns deles precisam pagar aluguel, etc, problemas de verdade que eu e você também passamos.
Esse é o grande problema para esse pessoal de capa, aproxima-los do público. O que deve ser feito com cautela, já que o montante de dinheiro é alto e cabeças sempre rolam.
Bem, menos uma dúvida na minha cabeça e me fez todo o sentido do mundo. A DC/Warner quer filmes sim, mas não sabe como faze-los de forma lucrativa. A Marvel está bem estruturada em sua programação com blockbusters cobrindo o inicio de 2010 até o final de 2011. Teremos até "Avengers!!!".
Bem, a Warner está iniciando a franquia do Lanterna Verde, que felizmente será o Hal Jordan. Boa sorte, pois gosto mais da DC.
Eu acredito em Deus, ele é azul.

Ontem finalmente assisti ao aguardado “Watchmen”, filme baseado na obra do Semideus Alan Moore e do fantástico Dave Gibbons.
Vou ser sincero. Não li a revista até hoje e quase não fui assistir o filme. Porque? Respondo num estalo. “Chrono Trigger de SNES!”.
Isso mesmo, o jogo de 1995 produzido pela Square, é tido como o melhor RPG já feito até hoje, criado por um dream-team de artistas. Classifico como "Chrono Trigger" coisas que parecem tão boas que as deixo intocadas, inexploradas. Cito aqui o próprio Chrono Trigger de Snes, FFVI, outro RPG de Snes e A Link to the Past... outro jogo do SNES, Shadow of the Colossus de Playstation 2, dentre outros. Melhor manter essa aura de coisa muito boa, algo para se ter como "referência".
Da mesma forma que os jogos, via Watchmen como o topo, o Graal da 9ª arte. Mas acabei por ir ver o filme, pois certamente seria um espetáculo. Bem, é um filme muito bonito, ótima fotografia, boa trilha sonora, uma gata sueca de roupa preta e amarela, personas fantásticos e... Dr. Manhattan.
Desde os 10 anos eu achava interessante aquela figura azul, mesmo antes de ler sobre Watchmen, eu tinha um nome para ele “Sr. Átomo”. Mas no cinema, eu fiquei impressionado (por Deus, nada de enormes "vergonhas" balançando por aí).
O "Senhor Átomo" era um cientista tímido e sozinho que pela força do destino, sofre um acidente em seu laboratório. Seu corpo humano se desintegra dando lugar a uma forma humanóide de pura energia. Não só o corpo do cara se transformou, agora ele possui poderes inacreditáveis. Ele se teletransporta, é telecinético, possui clarividência, é muita coisa! Por isso na própria história o chamam de Deus.
A idéia do texto é discutir isso mesmo, pois o visual do Dr. Manhattan foi a coisa mais próxima de um “Deus” que já vi. Ali naquele corpo azul cintilante não há expressão, suas formas físicas lembram obras de arte Greco-romanas, ou seja, o ápice da “nossa” forma física, humana. Braços enormes, fortes, delineados. O humano perfeito.
Mas claro, ele usa aquele corpo, forma, pois é a referência de corpo que o ser “Dr. Manhattan” conhece, lembre-se ele já foi humano um dia. Mas e o seu rosto? Sim, continua humano, mas não tem expressão alguma.
No filme ele fala sobre coisas sérias, coisas tristes, um pouco sobre coisas felizes. Mas e expressão continuava sempre a mesma, séria. Será que se trata de um Deus cuidando de assuntos humanos? Por isso a sua falta de preocupação com os fatos do momento? Definitivamente sim.
Gostei muito desse modelo de Deus, que nos compara a cupins dentro do todo chamado “universo”. Lembrando mais uma vez, ele já foi humano um dia e não se importa com esses humanos. O que dizer daqueles que já nasceram deuses?
Vou ser sincero. Não li a revista até hoje e quase não fui assistir o filme. Porque? Respondo num estalo. “Chrono Trigger de SNES!”.
Isso mesmo, o jogo de 1995 produzido pela Square, é tido como o melhor RPG já feito até hoje, criado por um dream-team de artistas. Classifico como "Chrono Trigger" coisas que parecem tão boas que as deixo intocadas, inexploradas. Cito aqui o próprio Chrono Trigger de Snes, FFVI, outro RPG de Snes e A Link to the Past... outro jogo do SNES, Shadow of the Colossus de Playstation 2, dentre outros. Melhor manter essa aura de coisa muito boa, algo para se ter como "referência".
Da mesma forma que os jogos, via Watchmen como o topo, o Graal da 9ª arte. Mas acabei por ir ver o filme, pois certamente seria um espetáculo. Bem, é um filme muito bonito, ótima fotografia, boa trilha sonora, uma gata sueca de roupa preta e amarela, personas fantásticos e... Dr. Manhattan.
Desde os 10 anos eu achava interessante aquela figura azul, mesmo antes de ler sobre Watchmen, eu tinha um nome para ele “Sr. Átomo”. Mas no cinema, eu fiquei impressionado (por Deus, nada de enormes "vergonhas" balançando por aí).
O "Senhor Átomo" era um cientista tímido e sozinho que pela força do destino, sofre um acidente em seu laboratório. Seu corpo humano se desintegra dando lugar a uma forma humanóide de pura energia. Não só o corpo do cara se transformou, agora ele possui poderes inacreditáveis. Ele se teletransporta, é telecinético, possui clarividência, é muita coisa! Por isso na própria história o chamam de Deus.
A idéia do texto é discutir isso mesmo, pois o visual do Dr. Manhattan foi a coisa mais próxima de um “Deus” que já vi. Ali naquele corpo azul cintilante não há expressão, suas formas físicas lembram obras de arte Greco-romanas, ou seja, o ápice da “nossa” forma física, humana. Braços enormes, fortes, delineados. O humano perfeito.
Mas claro, ele usa aquele corpo, forma, pois é a referência de corpo que o ser “Dr. Manhattan” conhece, lembre-se ele já foi humano um dia. Mas e o seu rosto? Sim, continua humano, mas não tem expressão alguma.
No filme ele fala sobre coisas sérias, coisas tristes, um pouco sobre coisas felizes. Mas e expressão continuava sempre a mesma, séria. Será que se trata de um Deus cuidando de assuntos humanos? Por isso a sua falta de preocupação com os fatos do momento? Definitivamente sim.
Gostei muito desse modelo de Deus, que nos compara a cupins dentro do todo chamado “universo”. Lembrando mais uma vez, ele já foi humano um dia e não se importa com esses humanos. O que dizer daqueles que já nasceram deuses?
Logo trago para você o diálogo entre dois caras ferrados. Foi numa mesa de sinuca e discutiram sobre Alma, foi hilário.
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